Concelhos do BNG que investem em animar a seleçom espanhola
Redaçom/ Os meios espanholistas –e nom tanto– queixavam-se de que apenas dous concelhos em todo o País Basco instalariam ecráns gigantes para ver os partidos da seleçom espanhola de futebol, ou que o alcalde de Barcelona se negou alegando que é demasiado caro. Mas… e na Galiza? Na Galiza “parecia que Ponte Vedra poderia chegar a ser outra das cidades importantes de Espanha que nom teriam ecrám gigante, mas finalmente o alcalde comunicou durante o dia de ontem que se poderá seguir o Espanha Itália na praça da Ferraria”, diziam em La Vanguardia.
Ecráns gigantes em Ponte Vedra, Lugo ou Carvalho
Há que matizar a informaçom de La Vanguardia sinalando que o ecrám gigante de Ponte Vedra foi instalado pola Deputaçom, governada polo PP, e nom polo concelho governado polo BNG. Rafael Louzán, presidente de Deputaçom, anunciou ademais que “la Roja” jogará em Ponte Vedra o seu primeiro partido após a Eurocopa. Será em Passarom no 7 de setembro. É bem conhecido o gosto de Louzán polas celebraçons do desporto galego, trazendo também “La Vuelta a España” pola cidade do Leres, com ajuda do alcalde nacionalista Lores.
O concelho de Lugo, governado polo bipartito PSOE-BNG, também instalou um ecrám gigante em Augas Férreas.
Em Carvalho, concelho governado polo BNG, e que já protagonizou polémicas como o minuto de silência guardado por Manuel Fraga, a tradicional Festa do Bosque de Anhom contou neste ano com um ecrám gigante para poder ver o partido da seleçom espanhola, graças à disposiçom dos reponsáveis da associaçom Proxectando, vinculada a Galiza Nova.
A pequena nota positiva pujo-a o BNG de Cambre, que se posicionou no pleno municipal em contra da instalaçom do ecrám gigante. Isso sim, porque era umha medida contrária "aos interesses da hotalaria local".
“La Roja” fazendo as delícias de dirigentes nacionalistas
Som conhecidas as contradiçons futebolísticas de muitos dos dirigentes nacionalistas galegos, que racionalmente estám com a Galiza, mas que se emocionam com os símbolos do espanholismo; aí está o madridismo de Bautista Álvarez ou Alfonso Eiré, a duras penas reprimido na última época d´A Nosa Terra que assumia os triunfos da seleçom espanhola como próprios.
Mas as novas tecnologias produzírom umha nova ruptura entre o público e o privado, e todo tipo de confidências correm pola rede. Contorsons, malabarismos, circunvalaçom polo catalanismo, eufemizaçons e frases alambicadas para rematar reconhecendo que se emocionam com “la Roja”. Ex assessores de Anxo Quintana que poucos dias depois de relativizar a importância de termos seleçons nacionais oficiais http://galiciaconfidencial.com/nova/10729.html, botam mao do “H” de Castelao para poder dizer “Hespaña, unha xeneración de futbolistas única”; dirigentes do nacionalismo estudantil que lhe dam qualidade erótica ao combinado espanhol: “Pensemos o que pensemos politicamente, e mesmo considerando o fútbol ferramenta alienadora, aínda que eu creo que é analxésica sen máis, hai que recoñecer que a selección española é eróxena”; concelheiros da UPG que se emocionam com “Unha xeración histórica e irrepetíbel!!”, “Todo o que "tocan" o convirten en ouro...”; ou outro alto cargo do quintanismo que afirma que “Hai que recoñecer que esta equipa é, probábelmente, a mellor de toda a Historia do fúitbol de seleccións...”.


