16/08/12

Ex-chefe do posto da Guarda Civil de Corcubiom presunto cabecilha de rede de narcotráfico

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Redaçom/ A última operaçom contra o narcotráfico, que incautou no mercante SV Nikolay 3.200 kilos de cocaínae detivo 33 presuntos traficantes, aponta a três galegos e um colombiano como recetores do alijo. O presunto cabecilha da rama galega da rede de narcotráfico é José Álvarez-Otero Lorenzo, de 57 anos, sargento da Guarda Civil destinado em Estella (Navarra), após trabalhar durante mais de umha década como comandante do posto de Corcubiom. Atualmente de baixa, quando foi detido na passada terça encontrava-se em Corcubiom acompanhado do seu filho, quem "herdou" o mando do posto de Corcubiom. Em total fôrom quatro os galegos detidos. Álvarez-Otero conta, conforme as informaçons de Que Pasa Na Cosa, com vários negócios de hotelaria e bordeis na zona, destinados ao branqueio de capital.

 

Narcotráfico desde o posto de Corcubiom

Nom é a primeira vez que guardas civis destinados em Corcubiom se vem envolvidos em tramas de narcotrafico. Em 2001 umha operaçom anti-narcotráfico por um caso similar, o do Chad Band, umha goleta inglesa carregada de 3000 kilos de háxix com destino Galiza, deu em várias detençons no país, entre as que se contavam as de vários funcionários "antidroga". Um deles foi o de Juan Carlos Casal Maseda, comandante do posto da Guarda Civil de Ordes, que se encontrava -também- de baixa em Vimianço no momento da detençom. Antes estivera destinado em Cantábria onde por problemas estivera separado do instituto militar espanhol, em 1992 chegou como sargento ao posto de Corcubiom, e posteriormente Ponte Cesso e Ordes. Um elemento que participara em operaçons contra-insurgentes, e que se mostrava orgulhoso de ter nascido num quarte da Guarda Civil. Para defender-se nos interrogatórios de ter empregado matrículas falsas, alegou que era umha medida de segurança perante a possibilidade de que ETA atentasse contra o quartel de Ordes. Solicitaram-lhe quatro anos e dous meses de cadeias, 3.900.000 euros de multa e 15 anos de inabilitaçom: Casal Maseda seria o responsável de pedir-lhe a outro acusado que atuara de enlace do agente do Serviço de Vigilância Aduaneira para que a droga entrasse sem perigo. Finalmente, as más práticas do juíz instrutor Vázquez Taín, que consegui provas de jeito ilegal, declarárom nulas as investigaçons, ficando Casal Maseda em liberdade.

 

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