20/01/11

Reproduzimos comunicado enviado ao Novas da Galiza reivindicando sabotagem em Teo

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Redacçom/ No 5 de janeiro vários meios de comunicaçom empresariais sinalavam que o ataque à sede do PSOE de Teo, no passado 25 de dezembro, fora reivindicada. La Opinión indicava que "ontem [polo dia 4] Resistência Galega enviava um comunicado, polo menos a um meio de comunicaçom, reivindicando a autoria do assalto do 25 de dezembro contra a sede do PSdeG em Teu. A nota nom fazia referência ao atentado de Betanços nem a nengum dos outros incidentes de 2010". Por sua parte, La Voz de Galicia exprimia-se em termos semelhantes, indicando que "enquanto operavam [os expertos policiais em Betanços] chegava a vários meios de comunicaçom umha carta do grupo Resistência Galega na que reivindica a autoria do atentando em Teu, perpetrado no dia de Natal". No Novas da Galiza deste mês também diziam terem recebido o comunicado, polo que do galizalivre.org decidimos solicitar-lho para publicar na íntegra satisfazendo o direito à informaçom. O comunicado, anónimo, é o seguinte:

 

 

Assumimos a acçom contra a sede do PSOE em Teo

O PSOE desde a gestom do governo espanhol, dirige e executa o processo de destruiçom do País, é responsável pola ofensiva espanholista que procura a nossa assimilaçom polo imperialismo espanhol, pola aniquilaçom do nosso território e os nossos sectores produtivos, pola venda dos nossos recursos a interesses alheios ao nosso povo. Também é responsável directo da fascistizaom, do recurte de direitos sociais, da repressom, das reformas neoliberais agressivas com as classes populares.

Os partidos políticos do regime, PP e PSOE, representam os interesses do imperialismo espanhol e da sua burguesia na nossa Terra, som inimigos directos da nossa Pátria, e polo tanto objectivos militares permanentes.

Ante um marco jurídico-políticos que impossibilita a soberania para o nosso País, que perpetua um modelo sócio-económico injusto e depredador, que aplica a repressom contra as legítimas reivindicaçons de liberdade e justiça e nos leva a esmorecer baixo a opressom espanhola, entendemos a luita armada como um elemento prioritário e determinante processo de libertaçom nacional.

Todos os métodos de luita som pertinentes e necessários, e se o nosso povo quer avançar decididamente pola libertaçom deve caminhar cara o combate com todas as consequências.

O combate independentista defende a Terra, enfrenta directamente o inimigo, devolve algum golpe e demonstra que a liberdade ainda é possível.

Fazemos um chamamento a todo o povo galego a avançar sem medo polo vieiro aberto, a somar-se cada quem desde a sua disponibilidade e compromisso à urgente e imprescindível tarefa da resistência cara a Independência nacional.

VIVA GALIZA CEIVE
VIVA A RESISTÊNCIA GALEGA
DENANTES MORTOS QUE ESCRAVOS

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