Dia da Pátria: remata um caminho ou começam outros?
Redaçom/ O Dia da Pátria espelhou nas ruas de Compostela o estado atual do campo nacionalista galego: o processo de descomposiçom do autonomismo -inserido na crise da política e a lógica da representaçom- atingiu de cheio o independentismo, como se pudo ver em duas manifestaçons que, em conjunto, juntárom menos gente do que nunca na história do arredismo. O esfarelamento nom se notou, em tanto, na noite da mocidade combativa, que mantivo o pulso com o Estado de sítio, embora a desproporçom das forças repressivas seja cada vez maior. A solidariedade com as presas e presos independentistas voltou às ruas na cadeia humana por riba de brigas partidárias, um valor em si que deve ser cuidado e no que nom pode entrar o cálculo. Combatividade e solidariedade, dous valores que permanecérom intatos, como núcleo duro da identidade histórica do arredismo.
Por outra banda, a apariçom da revista O Golpe, ou a assembleia de iniciativas galegas autogeridas, sinalam claramente umha nova direçom do movimento popular galego, construçom nacional e social além do partidismo e a lógica da representaçom.
No Galizalivre fazemos umha pequena crónica desta jornada de luita e de açom patriótica, que podes consultar nos seguintes enlaces.
Crónicas do Dia da Pátria:
-Solidariedade com os presos e juventude combativa no 24 de julho
-Grande desafeçom da militáncia com os partidos neste 25 de julho
-Um cento de ativistas sentam as bases de umha cooperativa pola autogestom
-Sai do prelo o primeiro número de “O Golpe. Revista galega de pensamento arredista”


